O não-cliente


Só na cidade de Campos dos Goytacazes tem isso.
O não atendimento ao cliente - aqui é assim: você chega numa loja, padaria, oficina mecânica, terreiro e pede qualquer coisa, mas qualquer coisa mesmo ao abençoado que deveria te atender, e após você atrapalhá-lo bem na hora em que ele estava mexendo no celular...
cliente: - Bom dia! Tudo bem? Eu gostaria de 4 pães e um de massa doce, por favor.
(suposto) atendente: - Hein!!? ... ô Cráudia, tá falando aqui negócio de pão... vê aqui, saminina!
cliente: - Mas, tem sim. Tá aqui no balcão, eu tô vendo. É só embrulhar e vou no caixa pagar, é só isso!
(suposto) atendente: - Ah, não sei não. Acho que não tem não.
cliente: - Tá bom. Obrigado. Não precisa mais não.
(suposto) atendente: - Ô xente! Esse povo metido vem aqui pedir umas coisas estranhas e ainda é mal educado.
Aqui no caso, é o (suposto)-atendente e o mais novo depressivo, porque depois disso a pessoa vai pra casa se sentindo culpada por ter ido ao estabelecimento comercial pré-disposto a pagar pela mercadoria e a benção do (suposto)-atendente sequer sabe o que tem pra vender onde ele deveria estar trabalhando!



#pessimoatendimentoaocliente